A Crise de 2008, considerada a pior desde a Grande Depressão de 1929, passou por todo o globo
devastando economias de países poderosos e fazendo com que toda a sociedade repensassem sobre novos meios de superação para essa grande catástrofe econômica.
Aqui no Brasil, a tensão foi grande, o mercado estava um pandêmonio. Contudo, o então presidente Lula, afirmou que a crise era um tsunami nos Estados Unidos, mas se chegasse no Brasil, não passaria de uma marolinha. Mesmo com os diversos estímulos do governo, o Brasil não ficou imune à crise. O PIB nacional, que fechou o ano de 2008 em 5,2%, chegou ao final de 2009 com resultados negativos: -0,3%.
Hoje, a inflação, que assombrou a economia brasileira durante todo o ano de 2013, vêm sendo um problema para o governo e para população ao longo desse ano de 2014. Tendo o resultado anual de 5,91% bem acima do centro da meta, que é de 4,5%. O fantasma do aumento de preços continua rondando a economia do país, o Brasil necessita de criar outra maneira criativa para controlar tal inflação. O que vai ser, não sabemos. O que há de certo é que esse problema inflacionário será empurrado com a "barriga" para o ano de 2015.
Em contra partida da difícil situação brasileira em relação a sua economia, encontramos os EUA que registrou esse ano o maior crescimento desde 2009. Tendo um crescimento de 4,6% no segundo semestre deste ano, a maior alta desde que a crise econômica terminou em meados de 2009. O maior ganho no segundo trimestre foi registrado no investimento empresarial, com uma despesa em infraestrutura, como escritórios e fábricas, que subiu de 9,4% calculado há um mês para 12,6%, e a despesa em maquinário foi revisado em alto de 10,7% para 11,2%.
Para o Brasil, o desafio maior é administrar a política monetária para evitar um "tsunami". Afinal, a crise já passou, sobretudo a fase mais aguda. Porém existem diversas sequelas que o Brasil deve superar. Temos, que sobretudo, olhar para o pós-crise, porque este mundo vai ser diferente, vai ser mais competitivo, mais intensivo em conhecimento e mais sensível ao meio ambiente. Todavia, não estamos nos preparando de maneira suficiente para encarar e enfrentar essas novas realidades.
O Brasil tem condições de superar o efeito dominó da crise. Devemos priorizar educação e logística. O custo tem que ser diminuído para que os nossos produtos sejam competitivos, além da necessidade de nosso governo traçar novos caminhos e estratégias que dêem um novo rumo a economia brasileira. Vamos continuar torcendo para que realmente os efeitos dessa crise passada, não deixe de ser uma marolinha. Será?
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