segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Entrevista: "Sustentabilidade! Qual é o nosso papel?"

Rachel Trajber
A sustentabilidade é um dos assuntos mais falados em nossa sociedade. Mas o que é sustentabilidade? Para que serve? Nesta entrevista, a especialista em sustentabilidade Rachel Trajber, que durante sete anos foi coordenadora geral de Educação Ambiental do Ministério da Educação e atua hoje como responsável pelo setor de Educação do Instituto Marina Silva, em Brasília, fala sobre a importância do papel de cada um para a sustentabilidade.

A especialista explica que existem sete 'casas' de que precisamos cuidar para chegarmos ao desenvolvimento sustentável: a primeira é nosso próprio corpo; a segunda, nosso lar; a terceira, pode ser nossa escola; a quarta, o nosso bairro; a quinta é a cidade; a sexta é o bioma a que pertencemos e, por fim, a sétima é o planeta. Se cada um fizer o seu papel, todos seremos responsáveis pela construção e manutenção de um mundo ambiental, econômica e socialmente mais justo.





Os Direitos da Humanidade


 
Imagem "Getty Images"
 
Os Direitos humanos é um conceito que está ligado à ideia de liberdade inerente a todos os seres humanos, independente de raça, cor, sexo, nacionalidade, etnia, religião ou outra condição. Esses direito tanto internacionais quanto nacional são fundamentais para a vida humana por que sem eles as pessoas não são capazes de existir. Os direitos humanos engloba o Direito á Vida, Direito de participação do governo entre outras.

  No dia 4 de outubro, a polícia removeu um corpo do suspeito de matar uma jovem em Londres. Eles estavam em um relacionamento a pouco tempo e ele já tinha seus antecedentes criminais por ter esfaqueado sua ex-mulher até a morte, cumpriu pena apenas sete anos. Um outro fato, aconteceu em Hong Kong, o marido chegou bêbado e a esposa chegou logo em seguida do mercado e o seu marido recebeu à facadas brutalmente.
  
 Com esses fatos vem a pergunta, O que são os Direitos Humanos? Ele realmente existe? Ele está funcionando? O direito humano existe como já foi dito, ele acolhe o ser humano e nesses fatos existe o específico que é o direito à vida e a liberdade, são fatos internacionais que se relaciona integralmente com o contexto brasileiro, são regiões que tem suas leis. Tem seus direitos mais existem pessoas de mau caráter, não assimilam que nem o estado e nem ninguém tem o direito de tirar a vida de ninguém, de decidir quem vai morrer e quem vai viver, por isso que quando alguém mata uma pessoa tem que responder pelo crime que cometeu.
 
 Como terceiro caso na Argentina uma adolescente foi desfigurada por ser ´´bonita demais``. Refletimos e o direito de liberdade de se movimentar chamada liberdade de locomoção e o poder de ir e vir ficar.
 
 Com esses acontecimentos só concluímos que as pessoas não têm conhecimento, não entendem ou simplesmente ignoram os direitos que os seres humanos têm, percebe que são fatos internacionais que totalmente se identificam com o contexto brasileiro, então ta tudo incluído no mesmo barco, a melhor solução no momento é abrir os olhos das pessoas e percebe que a vida é o bem mais precioso que temos.

Por: Ludmila Lopes

O GOVERNO DE DILMA PODE ESTAR PREJUDICANDO O BRASIL LÁ FORA?


A política internacional é algo bastante comentado pelo os brasileiros, mas por quê? A resposta é, porque o brasileiro prefere ficar sabendo sobre o que está acontecendo lá fora, ao que se passa no cenário político nacional. Talvez isso seja verdade, ou uma mentira, pois nem todos ignoram totalmente a política desse país.

Muitos podem está sabendo do encontro dos países do G20 que irá acontecer neste final de semana nos dia 15 e 16 de novembro, na cidade de Brisbane, na Austrália. Acompanham as noticiais, mesmo não percebendo qual é a importância desse encontro para o próprio país.
 A presidente Dilma Rousseff estará presente nesta reunião onde o tema principal será a retomada do crescimento da economia mundial. Dilma irá participar desta cúpula juntamente com outros representantes dos países que formam o G20. Um grupo que reúne 19 países desenvolvidos e emergentes mais a União Europeia, dentre os 19 países estão o G8 os países desenvolvidos que são: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia. Fechando o grupo estão os países emergentes que são: Brasil, Argentina, México, China, Índia, Austrália, Indonésia, Arábia Saudita, África do Sul, Coréia do Sul e Turquia. Assim, a União Européia (UE) fica sendo o 20° membro do bloco.

 Essa reunião será de muita importância para o desenvolvimento e crescimento econômico dos países participantes. O Brasil, como um país emergente, vem ganhando certo reconhecimento dos países desenvolvidos quando participa dessas reuniões geopolíticas internacionais.

Mas também existiu outras em que o Brasil não mandou sequer um representante como em Genebra 2 e a de Monique. Talvez o brasileiro não acompanhe a participação do país nessas reuniões, mas o que ele mesmo não sabe e que o Brasil estava perdendo força na política internacional por não mandar nenhum representante a elas. 

O governo de Dilma poderia estar prejudicando a posição do Brasil na comunidade internacional por estar acentuando a ausência do país em reuniões de grande valor e importância para política mundial. Depois que ocorreu substituição do ministro Antônio Patriota pelo atual, Luiz Alberto Figueiredo, acabou se tornando comum a ausência do país nesses grandes eventos, e um dos motivos para essas ausências seria o “medo”. O chanceler Figueiredo talvez não tenha uma liberdade suficiente para se envolver ou opinar diretamente nesses debates, assim surgiu o medo que vem tirando a credibilidade internacional do país. 

Essa displicência pode arruinar o legado LULA que em seu governo mostrou - se mais presente e interessado nos assuntos que envolvesse a economia mundial, muitas das potências mundiais pediam a opinião do governo Brasileiro em diversos assuntos, mas agora tudo que se formou no governo anterior pode estar sendo “jogado no lixo”, porque nenhum país desenvolvido ou potência mundial vai querer a opinião de um governo que escolhe as reuniões quer ou não participar.

O Itamaraty justificou algumas dessas faltas, como a de Genebra 2, dizendo que a presidente iria se ausentar para se preparar para a reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Assim, eles enviaram o secretário-geral, Eduardo dos Santos, a Montreux, onde foi realizado o início da conferencia. Mas sobre Monique não ouve explicações.

 O Brasil por ser um país em desenvolvimento, e a perda de confiança de seus parceiros internacionais, poderia de fato manchar a imagem do Brasil perante a comunidade internacional. Assim, os investimentos de Lula podem ser vistos como o gasto de dinheiro e de tempo, já que o atual governo não mantém esses laços criados no governo do PT anterior. E você Brasileiro? O Brasil faz bem ou mal quando se ausenta em algum debate internacional estratégico?

Por: Ana Paula Rodrigues 



Responsabilidade ambiental: uma realidade necessária!


   
     A nossa conscientização com o meio ambiente deve vir desde cedo quando ainda somos crianças, os nossos pais e educadores tem esse dever conosco, para que futuramente não tenhamos problemas com a natureza.

   Podemos trazer coleta seletiva em casa, mas a grande indústria também tem de fazer sua parte. Temos obrigação de cuidar do nosso planeta como cuidamos da nossa casa, a separação do lixo é muito importante para reaproveitamento do mesmo, como por exemplo: garrafas pets, papeis recicláveis e outros lixos que podem ser utilizados como adubos, por isso é importante  separarmos o lixo para melhor reaproveitamento. 

  Podemos procurar diversas formas para não agredir o meio ambiente, em meio a tanta tecnologia da sim pra economizar, exemplos práticos disso é não utilizar o ar condicionado, podemos usar a energia solar em diversas coisas. Também podemos está reaproveitando borrachas de pneus para fazer pisos. Além de dar um super toque no meio ambiente, o reaproveitamento vai ser de 100%.

   Todo e qualquer material reciclável pode ser muito bem reaproveitado, semeamos hoje para que no futuro o autodesenvolvimento sustentável seja proveitoso, nos conscientizando acredito que teremos um futuro melhor.  A responsabilidade de cuidar para não ter destruição e desmatamento! Podemos  ajudar o órgão público na organização para esse tipo de trabalho. A conscientização nos ajuda para que isso seja feito de forma proveitosa para todos. Cuidando bem do nosso planeta podemos cobrar das leis federais, estaduais e municipais para prevenção das nascentes que protegem os leitos dos rios.
   
   Como estamos próximos de eleições é no voto que podemos ver de um, a maneira ampla o que nosso candidato possa vir a fazer pelo bem do meio ambiente e na sustentabilidade, cobrando dele propostas. Tudo que jogamos na natureza volta para nós, devido o desmatamento teremos dias quentes e tempestades ficaram cada dia mais comuns.



Por: Camylla Mayana Silva de Souza  

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

O Dólar em alta e a economia brasileira em dúvida


   Em meio as incertezas sobre como será a política econômica no segundo mandato da presidente Dilma Rouseff, o dólar opera em alta, segundo dados colhidos nessa sexta-feira (14). Com a alta, a cotação volta a passar dos R$2,60.

   Na véspera, o dólar também chegou a passar de R$2,60, pela primeira vez desde 2008, mas fechou um pouco abaixo, a R$2,5948. Apesar da alta menor, a cotação da moeda renovou a máxima desde 18 de abril de 2005.

   A valorização da moeda americana reflete as incertezas sobre a definição da equipe econômica do governo da presidente Dilma. O volume de negócios totalizava US$ 835 milhões por volta das 16h30. No mercado futuro do câmbio, o dólar para dezembro avançava 1,09%. No ano, a valorização é de 10,07%.

   Cada dia ouvimos um novo nome sendo cotado para a equipe econômica, o mercado certamente não sabe mais para onde apontar, então vai se proteger no dólar. Se essa cotação continuar e medidas não forem tomadas dentro de nosso sistema político e econômico, certamente a alta do dólar em relação ao real trará péssimas consequências para o cenário da economia brasileira. 

   Segundo o colunista Rodrigo Constantino, da Revista Veja, a corrida para o dólar é imediata, com tendência clara de alta. Isso significa que todos nós acordamos mais pobres em relação ao restante do mundo. Nosso dinheiro compra menos bens e serviços no exterior, os importados ficam mais caros, e a inflação sobe.

Por: Gabriel Fernandes


Fontes de pesquisa:

* Revista Veja: Coluna Rodrigo Constantino (Análises de um Liberal sem medo da polêmica) "Petrobras derrete, dólar dispara: calma que vai piorar!"
                                                                                                                                                  * *G1.com: Economia "Dólar em alta e volta a passar de R$2,60".
                                               
                                                                                                                                                                   

Entrevista: O mundo ruma para mais uma crise

                                                                                             
Thom Hartmann créditos:(Paul schultz)



  "O mundo caminha para mais uma crise em 2016", essa afirmação deixou muitas pessoas alarmadas com  a situação econômica que Thom Hartmann apresentou em sua entrevista para um canal de televisão. Hartmann é apresentador de rádio, autor, formado em psicoterapia, empresário e comentarista político progressista.
O escritor Norte-Americano concedeu uma entrevista para o programa Milênio, da Globo News, onde destacou pontos sobre diversas sequelas da crise de 2008-2009 que não foram totalmente curados, mas deixaram resquícios de um volta proeminentemente devastadora. Para o escritor, os EUA vivem entre crises cíclicas. A cada seis ou sete décadas o país esquece o último desastre e embarca sem freios em uma nova crise provocada por predadores que não hesitam colocar a economia em risco para acumular capital e poder. A crise ainda não acabou, segundo Hartmann. O que começou em 2008 resultará, para ele, em um novo "crash" dentro de dois anos.






Por: Gabriel Fernandes
Fontes de pesquisa:
* Consultor Jurídico. "O mundo ruma para mais uma crise em 2016"  conteúdo original
Acesse o vídeo em seu contexto original clicando aqui.

Sequelas de uma crise mal curada


   A Crise de 2008, considerada a pior desde a Grande Depressão de 1929, passou por todo o globo 
devastando economias de países poderosos e fazendo com que toda a sociedade repensassem sobre novos meios de superação para essa grande catástrofe econômica.

   Aqui no Brasil, a tensão foi grande, o mercado estava um pandêmonio. Contudo, o então presidente Lula, afirmou que a crise era um tsunami nos Estados Unidos, mas se chegasse no Brasil, não passaria de uma marolinha. Mesmo com os diversos estímulos do governo, o Brasil não ficou imune à crise. O PIB nacional, que fechou o ano de 2008 em 5,2%, chegou ao final de 2009 com resultados negativos: -0,3%. 

   Hoje, a inflação, que assombrou a economia brasileira durante todo o ano de 2013, vêm sendo um problema para o governo e para população ao longo desse ano de 2014. Tendo o resultado anual de 5,91% bem acima do centro da meta, que é de 4,5%. O fantasma do aumento de preços continua rondando a economia do país, o Brasil necessita de criar outra maneira criativa para controlar tal inflação. O que vai ser, não sabemos. O que há de certo é que esse problema inflacionário será empurrado com a "barriga" para o ano de 2015.

   Em contra partida da difícil situação brasileira em relação a sua economia, encontramos os EUA que registrou esse ano o maior crescimento desde 2009. Tendo um crescimento de 4,6% no segundo semestre deste ano, a maior alta desde que a crise econômica terminou em meados de 2009. O maior ganho no segundo trimestre foi registrado no investimento empresarial, com uma despesa em infraestrutura, como escritórios e fábricas, que subiu de 9,4% calculado há um mês para 12,6%, e a despesa em maquinário foi revisado em alto de 10,7% para 11,2%. 

   Para o Brasil, o desafio maior é administrar a política monetária para evitar um "tsunami". Afinal, a crise já passou, sobretudo a fase mais aguda. Porém existem diversas sequelas que o Brasil deve superar. Temos, que sobretudo, olhar para o pós-crise, porque este mundo vai ser diferente, vai ser mais competitivo, mais intensivo em conhecimento e mais sensível ao meio ambiente. Todavia, não estamos nos preparando de maneira suficiente para encarar e enfrentar essas novas realidades.

O Brasil tem condições de superar o efeito dominó da crise. Devemos priorizar educação e logística. O custo tem que ser diminuído para que os nossos produtos sejam competitivos, além da necessidade de nosso governo traçar novos caminhos e estratégias que dêem um novo rumo a economia brasileira. Vamos continuar torcendo para que realmente os efeitos dessa crise passada, não deixe de ser uma marolinha. Será? 

Por: Gabriel Fernandes



Fontes: