A política internacional é algo bastante comentado pelo os brasileiros, mas por quê? A resposta é, porque o brasileiro prefere ficar sabendo sobre o que está acontecendo lá fora, ao que se passa no cenário político nacional. Talvez isso seja verdade, ou uma mentira, pois nem todos ignoram totalmente a política desse país.
Muitos podem está sabendo do encontro dos países do G20 que irá acontecer neste final de semana nos dia 15 e 16 de novembro, na cidade de Brisbane, na Austrália. Acompanham as noticiais, mesmo não percebendo qual é a importância desse encontro para o próprio país.
A presidente Dilma Rousseff estará presente nesta reunião onde o tema principal será a retomada do crescimento da economia mundial. Dilma irá participar desta cúpula juntamente com outros representantes dos países que formam o G20. Um grupo que reúne 19 países desenvolvidos e emergentes mais a União Europeia, dentre os 19 países estão o G8 os países desenvolvidos que são: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia. Fechando o grupo estão os países emergentes que são: Brasil, Argentina, México, China, Índia, Austrália, Indonésia, Arábia Saudita, África do Sul, Coréia do Sul e Turquia. Assim, a União Européia (UE) fica sendo o 20° membro do bloco.
Essa reunião será de muita importância para o desenvolvimento e crescimento econômico dos países participantes. O Brasil, como um país emergente, vem ganhando certo reconhecimento dos países desenvolvidos quando participa dessas reuniões geopolíticas internacionais.
Mas também existiu outras em que o Brasil não mandou sequer um representante como em Genebra 2 e a de Monique. Talvez o brasileiro não acompanhe a participação do país nessas reuniões, mas o que ele mesmo não sabe e que o Brasil estava perdendo força na política internacional por não mandar nenhum representante a elas.
O governo de Dilma poderia estar prejudicando a posição do Brasil na comunidade internacional por estar acentuando a ausência do país em reuniões de grande valor e importância para política mundial. Depois que ocorreu substituição do ministro Antônio Patriota pelo atual, Luiz Alberto Figueiredo, acabou se tornando comum a ausência do país nesses grandes eventos, e um dos motivos para essas ausências seria o “medo”. O chanceler Figueiredo talvez não tenha uma liberdade suficiente para se envolver ou opinar diretamente nesses debates, assim surgiu o medo que vem tirando a credibilidade internacional do país.
Essa displicência pode arruinar o legado LULA que em seu governo mostrou - se mais presente e interessado nos assuntos que envolvesse a economia mundial, muitas das potências mundiais pediam a opinião do governo Brasileiro em diversos assuntos, mas agora tudo que se formou no governo anterior pode estar sendo “jogado no lixo”, porque nenhum país desenvolvido ou potência mundial vai querer a opinião de um governo que escolhe as reuniões quer ou não participar.
O Itamaraty justificou algumas dessas faltas, como a de Genebra 2, dizendo que a presidente iria se ausentar para se preparar para a reunião do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça. Assim, eles enviaram o secretário-geral, Eduardo dos Santos, a Montreux, onde foi realizado o início da conferencia. Mas sobre Monique não ouve explicações.
O Brasil por ser um país em desenvolvimento, e a perda de confiança de seus parceiros internacionais, poderia de fato manchar a imagem do Brasil perante a comunidade internacional. Assim, os investimentos de Lula podem ser vistos como o gasto de dinheiro e de tempo, já que o atual governo não mantém esses laços criados no governo do PT anterior. E você Brasileiro? O Brasil faz bem ou mal quando se ausenta em algum debate internacional estratégico?
Por: Ana Paula Rodrigues